 |
|
|

Escrito por Juliana Domênica às 20h20
[ ]
[ link ]
|
Carta a um palhaço
Estou certa de que pessoalmente seria bem melhor e metade do que está sendo dito seria dispensado pelo olhar, mas to precisando falar. Não entendi a sua saída pela esquerda. Foi bem doido. Daí como uma constante pensadora do universo tratei logo de me perguntar por 500 vezes se eu teria dito ou feito algo que te magoou. Detesto fazer mal as pessoas mesmo sabendo que as vezes, nem nos damos conta do mal que estamos fazendo a elas. Pensei este ser um caso: Um mal não intencional. Depois fazendo uma avaliação mais fria, critica e sem muita emoção, expectativa, curiosidade e até saudade, lembrei que poderia não ser um mal feito, mas simplesmente, um feito. Eu achei incrível tudo e aí pensei: Será que achar tudo incrível, ser demais, parecer disponível, ter aparência moderna e sonhos românticos assustou o sujeito? Em seguida pensei que era possível, mas ainda imaginei, “bobagem...É nóia minha” Afinal foi só uma noite de lua cheia, fogueira e musica ao vivo. Depois um sonho sob as arquibancadas de um circo e beijos que pareciam cenas de filme com emoção de campeão de bilheteria. Então o que estaria errado? Ter dado certo? Danousse tudo, não entendi mais nada.... Bem... Beijei o cara há três meses e a única coisa que me lembrava dessa noite era do beijo ter sido bom. Depois desses 90 dias você me aparece com um papo de “Ainda bem que te achei”, eu fico querendo achar que sou mesmo uma mulher de sorte. Marcamos um encontro, que foi bem massa pra quem não trocava uma idéia há tantos dias. Rola até uma caroninha em casa... Pensei né, “oba! Descolei depois de quatro anos um potiguar legal pra trocar uma idéia... Urruuu!” Confirmei esta suspeita nos dias que foram seguindo, mas aí como numa fita cassete enrolou tudo e a voz ficou meio esquisita, depois de lenta, mais rápida e aí Trec! Já era. Adianta nem pegar a caneta bic pra rodar a fitinha pra trás. A música já nem faz mais sentido, ta até parecendo a maldição da música ao contrário da época do Fofão. Ando preocupada com ligeireza dos fatos e apouca importância das pessoas. Palhaçada, né? Enfim, se este foi mais um número de circo, agora mais que nunca aceito e acredito nos infelizes. (rir da desgraça alheia deve ser bom). Os desenhos animados para crianças com mais de 18 anos andam fazendo um baita sucesso. Joguem a rede de proteção porque vou tentar pela segunda vez a perna-de-pau já que a cara não ta me servindo e a corda bamba não é a minha especialidade. Por hoje é só pessoal!
Escrito por Juliana Domênica às 19h40
[ ]
[ link ]
|
 |
| [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |