Fazia um tempo. O tempo do silêncio. E agora, água. Águas para lavar: Ouvi o teu nariz reclamar Deitei na mesa para descansar
Desejei no colo silenciar, mas lá pelas tantas, não mais silêncio, agora suor e depois as águas dos meus olhos se juntaram com as da tua boca, derramadas sobre o nosso (a)mar.
Escrito por Juliana Domênica às 13h14
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